Eleições e fim de ano aumentam fiscalização do uso do Fundeb pelos prefeitos

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A aproximação do ano eleitoral e os mais recentes casos de corrupção denunciados pelo Ministério Público Estadual levaram o Sindicato dos Trabalhadores da Educação (Sinteal) a fiscalizar, mais de perto, junto ao Fórum de Combate a Corrupção em Alagoas (Focco) a aplicação dos precatórios do extinto Fundef- fundo de educação federal- em 18 cidades, e o Fundeb- substituto do Fundef.

É que em dezembro os prefeitos e o governador terão de pagar o rateio – as sobras de recursos do Fundeb.
Na próxima segunda-feira, o sindicato conversa com a imprensa. E não vai esconder o temor que a verba da educação seja usada para irrigar campanhas eleitorais. Ou simplesmente não exista prestação de contas do que é repassado pela União. O encontro será às 8hs30, na sede do sindicato.

O Fundeb é uma sacola milionária de dinheiro em cidades onde a maioria da população nem sabe ler ou escrever. E vive estado de indigência.

Como em Canapi (recebeu R$ 17,6 milhões), Feira Grande (R$ 14,2 milhões) e Traipu (R$ 46,8 milhões).

Repórter Alagoas